segunda-feira, 11 de abril de 2011

ATAQUE TERRORISTA MATAM 11 E DEIXA 126 FERIDO

publicado em 11/04/2011 às 17h20:

Governo afirma que explosão
no metrô em Belarus foi atentado terrorista

11 pessoas morreram e 126 ficaram feridas no incidente, segundo informações oficiais
Do R7 com agências internacionais
Sergey Balay/11.04.2011/AFPSergey Balay/11.04.2011/AFP
Equipes de resgate carregam ferido em explosão em estação de metrô no centro de Minsk, capital de Belarus

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A explosão que matou pelo menos 11 pessoas no metrô de Minsk, capital de Belarus, nesta segunda-feira (11) foi um ato terrorista, afirmou o procurador-geral adjunto do país, Andrei Shved, citado pela agência de notícias russa RIA Novosti.
“Hoje [segunda], por volta das 17h54, um ato terrorista atingiu a estação de Oktyabrskaya”, disse Shved, que foi colocado no comando da equipe de investigação da explosão ocorrida na ex-república soviética.
O ministro da Saúde do país afirmou que pelo menos 11 pessoas morreram e outras 126 ficaram feridas na explosão ocorrida na estação de metrô mais movimentada da capital, perto do gabinete do presidente Alexander Lukashenko.
Explosão mata 11 pessoas e deixa mais de 100 feridos
A explosão atingiu uma movimentada estação de metrô no centro da capital de Belarus, Minsk, no horário de pico, no fim da tarde de segunda-feira.
Segundo outras fontes, a escada rolante da estação veio abaixo devido à explosão. Não havia informações oficiais sobre a causa da explosão - se foi uma bomba ou um acidente. A estação fica a cerca de 100 m do prédio do governo do presidente Alexander Lukashenko.
Se a explosão foi um ato de violência deliberada, será um acontecimento bastante incomum em Belarus, uma ex-república soviética fortemente policiada, com 10 milhões de habitantes. O país faz fronteira com a Polônia, a Letônia e a Lituânia - membros da União Europeia - e ainda com a Rússia e a Ucrânia.
A tensão política tem se mantido alta em Belarus desde a eleição de 19 de dezembro, que garantiu a Lukashenko um quarto mandato, para a insatisfação da oposição e do Ocidente, que denunciaram a eleição como fraudulenta.
A repressão policial de um comício da oposição contra a eleição de dezembro provocou a imposição de sanções pelo Ocidente, incluindo uma proibição de viagem a Lukashenko e a seus assessores mais próximos.

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